Procuro nas palavras amarrotadas
a significância de pequenos nadas
que povoam a minha insanidade
quero as minhas acções explicadas
nas palavras que foram rasuradas
nas entrelinhas busco uma verdade
Junto pedaços de páginas rasgadas
leio palavras ufanas e desgraçadas
que me ocultam a bendita felicidade
esquadrinho as poesias abençoadas
tentando aprender origens sagradas
e libertar-me desta hostil orfandade
Ajeito poemas com letras plagiadas
alinho ideias há muito desalinhadas
sem lhes obter a melhor visibilidade
escrevo com tintas foscas, desbotadas
frases incoerentes, apenas embaçadas
faço-o por mero prazer e necessidade
Bonitos momentos de leitura...
Parabéns aos escritores...
Manu...mostra a tua poesia!
Começaste muito bem...
A procura incessante de um poeta
Busca a perfeição!
A perfeição não é perfeita...
O que torna a poesia numa continuação.
abraços a todos
De
manu a 1 de Novembro de 2009 às 00:30
Olá poetamorrente! Obrigado pelas tuas palavras. Realmente, o naipe de autores que forma o "Rasuras" é excelente e vai ser muito exigente conseguir manter o nível elevado de qualidade que estes primeiros passos colocaram. Beijos.
Irá conseguir-se manter o nível... certamente e pensamento positivo!
bjs
Muito obrigado pelo teu comentário. Um abraço também.
De
Osvaldo a 1 de Novembro de 2009 às 09:46
Como prometido, aqui vim ver e o que vi, Meus Deus, que maravilha de literatura... Vocês colocaram a fastia muito alta para que outros aventureiros literários participem.
Mas como o prazer de ler é muito, sentirnos-emos bem de nos deliciarmos com a leitura...
Parabéns a todos por este nobre projeto cultural. E a cultura bem merece quem a defenda.
Um abraço a todos,
Osvaldo
De
manu a 1 de Novembro de 2009 às 10:00
Osvaldo! Obrigado pela visita e pelo comentário. Julgo poder falar por todos ao dizer que tentaremos manter a qualidade em prol da cultura (como bem dizes). Ficamos à espera das vossas visitas e comentários. Forte abraço.
Obrigado pelas tuas palavras de incentivo. Faremos o que pudermos para proporcionar bons momentos de leitura a quem nos visita. Abraço.
Palavras nos teus dedos rasgadas
suadas de inspiração tua
tantas as rimas escravizadas
para que o poema se construa!
Manu...para a tua "primeira vez" estás muito à vontade! Bonito ler-te por aqui também!
Beijo Maior
De
manu a 3 de Novembro de 2009 às 01:39
Olá Ausenda!
É a palavra que fala na voz
deste monólogo improvisado
onde a ponta da caneta é a foz
deste poema aqui desaguado
Depois de encontrar o tema é deixar as palavras falarem por si, sem dramas nem constrangimentos. Beijo Grande.
Comentar post