A estas convicções que são minhas
torces o nariz, dizes que não gostas
sem explicação viras-me as costas
afirmas que tortas são estas linhas
Ao meu modo de vida chamas abuso
exiges radical mudança de atitude
e, quem sabe, aí a tua opinião mude
a essa chantagem me nego e recuso
Cada um faz da vida o que lhe apraz
desde que não prejudique ninguém
não existem razões para afastamento
Se conviver comigo tu não és capaz
e por divergências me tens desdém
só posso dizer uma coisa: Lamento!
Excelente, Manu! Isso enche a boca. São tantas as que jogam tudo pelos ares por conta destas divergências e se escondem atrás de um manto dito como sinceridade extrema... com toda certeza: lamentável!
Abraço...
De
manu a 17 de Novembro de 2009 às 22:41
Rafael! Fruto dos nossos tempos. Abraço.
Encontrei neste soneto uma altivez saudável, alguém que sabe o que quer e sabe dizê-lo!
e
eu...gostei de ler!
Beijo Maior
De
manu a 18 de Novembro de 2009 às 22:37
Olá Ausenda! Meros desabafos amiga. Beijo Grande.
De poetaeusou a 19 de Novembro de 2009 às 14:30
*
divergências,
falta de aceitação mutua . . .
,
suaves maresias ,
,
*
poetaeusou
De
manu a 19 de Novembro de 2009 às 23:37
Divergências... necessidade humana ou mera incompatibilidade... Obrigado pelo comentário.
Cada um com as suas divergências...
Tu, com a tua poesia...
Agrada-me ler-te...
bjs
De
manu a 1 de Dezembro de 2009 às 22:43
E satisfaz-me saber que gostam do que escrevo. Beijos
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