Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

 

Canapés e comidas fortes. Doces e sandes.
Salgados e doces um pouco por todas as mesas.
Cada um come o que lhe apetece e do que está a ser servido.
Ninguém pergunta nada, apenas se come como se nunca tivessem digerido qualquer alimento. No entanto, estão todos bem nutridos e de aspecto roliço.
- Talvez um dia seja possível reunir e decidir as questões sem ser em banquetes e meios escusos de trabalho.
- Foram hábitos que se implantaram e o da refeição útil é um meio prazenteiro…
- E de relaxe!
- Sem dúvida que, às vezes, há questões que variam na resposta conforme a conjuntura em que se inserem. E numa conjuntura de relaxe explica-se melhor, com mais tempo e…
- E as soluções resolvidas serão mais as concordantes com o interlocutor do que deveriam ser.
- Preferes resoluções a ferro e fogo? A ética do indivíduo não tem hora apropriada, nem se mancha por estar a comer ou estar a gozar um intervalo entre afazeres. Quem não a tem ou quem tem uma ética moral incipiente é quem não aguenta os desafios que lhe são dados. Às vezes, simplesmente, por questões de rendimento dos tempos de agenda, outras para seguir os hábitos e directrizes da empresa as percepções toldam-se.
- A quem o dizes!
- Pois é sempre oportuno saber observar as situações e superar os escolhos que nos atravessam o caminho.
- Pois pois, pois é!
 


publicado por eva às 20:24 | link do post | comentar

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