Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

 

Tanto calor e tanto frio.
E tanta sensibilidade sem conhecimento.
E… tanto pesar por não entender…
Tanta alegria por reencontros com aqueles que se tornaram invisíveis, há muitos anos…
Tantas perguntas que ficam ainda por fazer.
Ou não, porque se elas ficam paralisadas na garganta, sempre foram elaboradas pelo pensamento e então eles devem saber e poderão responder.
E respondem, mesmo que não os consigamos perceber. Porque cada pessoa tem uma vibração apropriada que nem sempre consegue distender no imediato e precisamente naquela outra onda que surge.
O tempo e o espaço alteram-se e podem tornar-se instantâneo, ou perto e fácil o que era longínquo e quase esquecido.
Com paciência pode observar-se que o mundo se desdobra em mundos, que o tempo das nossas horas apertadas de afazeres se desdobra num tempo sem horas e os lugares alargam-se num espaço… hum… infinito ou… finito mas sem vislumbre do fim da estrada…
- Pronto, finalmente acordaste! Dormes há 2 dias ininterruptamente e sem explicação, sem febre, nada... Que cansaço deverias ter?!
- Hã? Mas tenho todo o tempo do mundo, não os ouviste?
- Vou ouvir o carro não tarda, esse sim, vou ouvir!
 


publicado por eva às 21:59 | link do post | comentar

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